domingo, 26 de janeiro de 2014
Transparência.
segunda-feira, 25 de março de 2013
A busca pela perfeição
sábado, 23 de março de 2013
As maiores mentiras que já ouvi...
quinta-feira, 7 de março de 2013
Bipolaridade: Percorrer da Starway to Heaven até a Highway to Hell em segundos...
domingo, 24 de fevereiro de 2013
3. Carinho
Fernanda Montenegro"
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Um brinde...!
É incrível como às vezes sentimos a necessidade de escrever. Por vezes, com os acontecimentos da vida, sentimos a vontade incontrolável de externar o que nos acontece, mas claro, de maneira a não nos expor sem o devido controle.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Reflexos subliminares...
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Olho por olho, dente por dente, coração por coração...
... mas as noites insones costumam ter justas penas: penas em forma de questionamentos... e me dou o direito de me questionar sempre quando acho cabível, independente se o ato de se questionar é questionável para alguns, e aceitável para outros. Para mim é normal, e mais... é salutar.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
O Grande Tribunal...
sábado, 22 de outubro de 2011
Traição
Um dos assuntos mais abordados por pessoas que comigo debatem sobre meus textos é a traição. Relato aqui os dilemas e as perguntas que são sempre as mesmas, apesar das situações serem sempre diferentes: O que é traição? Levando em conta as convenções sociais de hoje, podemos trair? Devemos ou não perdoar uma traição? E afinal, qual é a receita básica para identificarmos previamente um(a) traidor(a) em potencial?
Como diria Jack o estripador, vamos por partes.
Segundo o Aurélio, o vocábulo traição é a simples “infidelidade no amor”. Sinceramente? To pouco cagando para esta definição. Para mim, quem define o que é ou não traição somos nós mesmos. Traduzo através das diferenças: para uns, uma pequena olhada ou um sorriso já são traições consideradas, para outros, ver o(a) cônjuge transando apaixonadamente ao vivo com outra pessoa em sua própria cama é tranqüilo e normal. Motivo de prazer até.
Quem definirá isto são os nossos limites, os nossos próprios valores extremamente particulares. Não sou eu portanto, quem direi a ti o que deves considerar chifre ou não. Aprenda a auto-respeitar as tuas próprias definições e a não se importar com o que os outros acham, que serás feliz com certeza. Direto, curto, reto e simples assim.
A resposta para a segunda pergunta está intimamente ligada com a anterior. Podemos ou não trair afinal? Depende. Depende do que tu e a tua parceira consideram como traição. O que interessa nisto é realmente nunca, mas nunca mesmo, trair os sentimentos e a confiança da outra pessoa e, se tens o hábito de seres infiel, tomares como regra o não se importar em ser traído. Regras e pesos iguais na balança sempre. Nada de sorrir satisfeito quando fores infiel e chorar desiludido quando fores traído.
Se não queres ser corno, não corneie. Princípio básico.
Agora a resposta é minha pessoal para a terceira pergunta. Eu particularmente não admito traição, portanto, se sou traído o relacionamento automaticamente não sobrevive para contar história. Não compreendo a revanche como remédio e não interessa o tamanho do vínculo ou do sentimento, não admito a condição e explico o porquê: a traição ao meu entender demonstra o total desrespeito e desconsideração com a vida conjugal e em comum. Para mim, quando duas pessoas se juntam é para justamente juntarem tudo, desde o sexo até as tristezas e alegrias, quando um terceiro entra na jogada, tal situação passa a não existir mais mesmo que momentaneamente. Demonstração clara de que mesmo existindo amor e o caralho a quatro, naquela hora ali o compromisso e o casal na definição clássica deixaram de existir. É fim e ponto final. Um é pouco, dois é bom e três... três é sempre demais para mim.
A desilusão sempre acontece depois de uma traição descoberta, e como o próprio termo diz, a ilusão de um relacionamento perfeito, uma pessoa perfeita, vai embora. Como podemos então identificar previamente quem provável irá nos trair?
É muito mais simples do que se imagina. Basta olhar e analisar bem a família desta pessoa. Se os seus pais, apesar de casados, tiverem um histórico de infidelidades e desrespeitos, já contem o chifre como certo. É batata, de todos os traidores que conheci, 100% deles herdaram esta característica dos seus próprios pais através da criação, e cresceram infelizmente achando inconscientemente que apesar dos arranca-rabos decorrentes, é normal e comum comer ou dar para alguém pela simples oportunidade. Foda-se os escrúpulos e besta é de quem não aproveita.
Cresci tendo como parâmetro o contrário. Meus pais até hoje, após quase meio século juntos, são apaixonadíssimos um pelo outro, e fazem tudo, absolutamente tudo juntos. Ontem, hoje e amanhã será assim. Não há espaço nem de tempo para a infidelidade. Como conseqüência, eu e meus irmãos quando estamos apaixonados somos simplesmente incapazes de trair. A nossa criação nos diz que o relacionamento, o namoro, transcende e ultrapassa a linha do apenas curtir juntos. Como dizem por ai, “a coisa é séria”, séria a ponto do respeito e da vontade de satisfazer e estar satisfeito serem de tão grande valia quanto o amor.
Talvez seja exatamente este o ponto. Se as pessoas se preocupassem mais com a satisfação verdadeira e duradoura, tanto sua como do outro, e se estes agrados fossem mútuos e equiparados, talvez não sobrasse espaço para buscar fora o que não se ganha dentro. Não haveria insatisfação racional e...
... talvez a fidelidade indefectível como a dos meus pais, não fosse tão rara nos dias de hoje...
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
O romântismo, o platonismo e o facebook
Existem certas coisas que fazem parte de nós desde que nos conhecemos por gente. Independente de onde vieram, se por influência da criação, do contexto ou pura genética, algumas características de personalidade nos são tão naturais quanto a cor dos nossos olhos.
Nunca neguei, sou sim um romântico inveterado. Confesso que na maioria das fases de minha vida, cheguei até a negar possíveis relacionamentos casuais por pura falta do tal romantismo no processo. Digamos que o conhece, bimba e vai embora nunca foi o meu forte. Alvo de criticas por conta desta diferença de gostos (priorizar o coração de uma menina em detrimento da bunda e dos peitos), sempre fui incompreendido por amigos e amigas que tentavam (e ainda tentam) a todo custo me apresentar simples parceiras de cama. Mas como todos sabem, defendo piamente que todo homem tem sim, o direito de dizer não quando ele assim o desejar. A era da obrigação de comer já passou, e se tu ainda dependes disto pra te sentires mais homem, te considere ao mínimo um atrasado.
Amor com sexo, sexo com amor, sexo e amor. Já viveram e por vezes ainda vivem em separado na minha rotina, mas para mim, qualquer um deles funciona muito melhor quando um complementa o outro. E é esta combinação que busco incessantemente fazer.
Óbvio que tive e tenho todas as características masculinas de ser: sinto-me atraído sexualmente por mulheres bonitas assim como todos os outros, inclusive andando na rua, claro. Tudo igual. Mas digamos que o meu romantismo determina inclusive que tipo de mulher eu me atraio sexualmente. Vamos lá, em definição a mais objetiva possível: digamos que sexualmente falando, eu prefira muito mais as princesinhas encantadas como Isis Valverde e Nathalia Dill do que as mulheres fatais como as panicats. Quero e gosto de me relacionar muito mais com as mignonzinhas românticas do que com as boazudas. Nego as segundas para ficar com as primeiras (não quer dizer que as nego sempre...). E mais uma vez sou chamado de louco pela maioria dos homens neste caso. Como pode um macho alfa como eu gostar menos das gostosonas unânimes do universo masculino do que das namoradinhas do Brasil? Como pode um homem saradão gostar mais das que impõem dificuldades sentimentais do que daquelas que querem dar sem qualquer tipo de compromisso e demora?
Questão de prioridades, gostos e valores. Acredite, nem todos os homens são iguais.
Mas quem disse que hoje estou aqui para falar de apenas uma característica minha?
O segundo aspecto que trago a tona é o de ter sido platônico a minha vida inteira. Sempre tive paixões platônicas calcadas na distancia e no voyeurismo escondido e velado. Quando novinho, na minha pré-escola, era apaixonadinho por uma menina de olhos claros e cabelos enroladinhos que ia para aula com chuquinhas enfeitadas pela mãe. Ficava admirando em segredo durante o recreio e sempre procurava estar por perto quando a mesma precisava nem que fosse dum lápis de cor emprestado. Anos e mais anos após, esta mesma figurinha meiga se transformou numa das maiores atrizes pornô que este país já teve (sério!). Fez cenas com mais de 50 atores ao mesmo tempo. Ela nunca soube da minha paixão infantil e claro, nunca mais irá saber, pois a sua figura hoje até pode ser motivo de excitação para a maioria dos homens, mas para mim, não mais.
Hoje em dia tenho meus platonismos, claro, e o mais marcante é virtual. Já que o facebook se transformou numa parte da minha rotina diária, existe dentro deste universo cibernético uma pequena que me encanta os olhos e não sabe.
Respeitando todas as características físicas que me atraem, muito bonita e aparentemente romântica, e sendo também alguém que nem ao menos conheço mas vive aparecendo na minha frente (nas atualizações dos meus contatos), ela consegue unir os dois elementos cernes deste texto. É sim a representação do tipo de mulher que gosto de me envolver e que também talvez nunca vá saber disto...
... mas não por falta de vontade...
Tal texto hoje, escrito num início de madrugada de domingo para segunda, é inspirado e dedicado a ela, a ilustre desconhecida. Saibas que sim, tu és tão linda que chega a doer, e que teus olhos por vezes claros, por vezes escuros, não escondem o quanto és sim, romântica como também sou. Hoje escrevo pra dizer-te que apesar de ser à distância, existe sim alguém que te cuida e te olha inocentemente...
... todos os momentos que adicionas alguém ou mudas o teu status. Hehehe...