Só para constar:
Ontem eu descobri mais um dos prazeres da vida...
Como é bom... MIJAR NA BEIRA DA ESTRADA...
AAAAAHHHHHH........!!!!! QUE ALÍÍÍÍÍÍVIOOOO........
quinta-feira, 31 de maio de 2007
terça-feira, 29 de maio de 2007
Quebra de paradigmas
Neste sábado, fui convencido a ir ao show de uma banda que, confesso, tinha uma prevenção enorme de suas músicas, suas composições, execuções, mensagens e atitudes. Pra que ninguém fique se perguntando, vou dizer logo. O nome da mesma é Acústicos e Valvulados. Mas enfim...
Depois de muito insistir e de me oferecer um ingresso pelo preço módico de quinze reais, um grande amigo meu me convenceu a ir. Disse que pagava até um cachorro do Rosário depois. Sob este argumento principal, não pude resistir. Mas não imaginava que na verdade, o que aconteceria seria que alguns paradigmas meus seriam quebrados.
Imaginem vocês que, claro, sendo o show no Teatro São Pedro, e fazendo parte de um projeto acústico que uma rádio local está organizando, logo após raciocinar antes do espetáculo começar, realizei que o projeto deveria ter algo de muito diferente ou especial. E foi justamente isto que me surpreendeu.
Pra começo de conversa, a acústica dos três (às vezes quatro) violões era simplesmente linda, os arranjos novos para músicas antigas estavam de brilhar os olhos, a dupla baixo/bateria não faziam grandes sobressaltos, mas eram de competência notável, o Korg era sempre uma companhia muito boa encorpando o trio de cordas agudas, e o vocal, bem, o vocal, que era a minha grande crítica, se mostrou maduro e muito seguro, e de uma junção coesa e agradável com todo o resto.
E as participações especiais então. Bah! Dois dos meus grandes ídolos da cena Rock-Melosa gaúcha estavam lá, dando uma palhinha em algumas músicas, ambos eram (um ainda é) do TNT: Tchê Gomes e o Marcio Petracco (Petracco neles!).
Digamos que minha visão antiga sobre a banda não demorou muito, umas três ou quatro músicas já serviram, mas me insurgiu uma baita reflexão.
Como é fácil mudar convicções às vezes, como é uma barbada que as nossas opiniões sobre determinados assuntos, gostos ou pessoas possa ser cambiado de uma hora para outra. Simples acontecimentos às vezes fazem mudar de idéia sobre coisas que se trabalha (muitos momentos, até propositalmente) para cimentar como crença. Tal qual os arranjos do Acústicos e Valvulados, muitos momentos algo significativo muda o sentido das coisas, ou algo que demonstre arrependimento, desejo de mudança, faz mudar da desconfiança para a aposta, da desconsideração para o carinho, da decepção para a admiração, do ódio para a paixão, e principalmente, da raiva para o amor. (Ou vice-versa, claro).
A grande maioria considera em alguns momentos (quando é confortável, claro) que isto não necessariamente traduz fraqueza de personalidade, muito menos de espírito. Tal qual um pai que perdoa o filho, entendo que os sentimentos ligados ao amor têm esta capacidade, de nos transformar em algo maior, nos elevar. Como condenar faz parte do ser humano, perdoar faz parte do divino.
Mas enfim, do mesmo modo que sem saber, a Acústicos e Valvulados provou o contrário de tudo o que eu achava, contradizendo e queimando minha língua em todas as criticas que sempre fiz, às vezes as pessoas esperam e principalmente, desejam que certos indivíduos que fizeram parte de sua historia façam o mesmo. Desejam do fundo da alma que quem lhes fez mal se arrependa, que peça desculpas, que tente se redimir, que faça valer a pena ter sofrido tanto por tão pouco, e que, elemento cerne da questão, prove que estavam completamente erradas sobre os defeitos e conseqüentes péssimas características constatadas.
Mas isto é assim. Algumas pessoas até querem fazer isto, mas não sabem como fazê-lo. Outras... nunca acharam ou vão achar que erraram...
Agora... como todos sabem, pra certas coisas não existem mais perdões ou desculpas...
Depois de muito insistir e de me oferecer um ingresso pelo preço módico de quinze reais, um grande amigo meu me convenceu a ir. Disse que pagava até um cachorro do Rosário depois. Sob este argumento principal, não pude resistir. Mas não imaginava que na verdade, o que aconteceria seria que alguns paradigmas meus seriam quebrados.
Imaginem vocês que, claro, sendo o show no Teatro São Pedro, e fazendo parte de um projeto acústico que uma rádio local está organizando, logo após raciocinar antes do espetáculo começar, realizei que o projeto deveria ter algo de muito diferente ou especial. E foi justamente isto que me surpreendeu.
Pra começo de conversa, a acústica dos três (às vezes quatro) violões era simplesmente linda, os arranjos novos para músicas antigas estavam de brilhar os olhos, a dupla baixo/bateria não faziam grandes sobressaltos, mas eram de competência notável, o Korg era sempre uma companhia muito boa encorpando o trio de cordas agudas, e o vocal, bem, o vocal, que era a minha grande crítica, se mostrou maduro e muito seguro, e de uma junção coesa e agradável com todo o resto.
E as participações especiais então. Bah! Dois dos meus grandes ídolos da cena Rock-Melosa gaúcha estavam lá, dando uma palhinha em algumas músicas, ambos eram (um ainda é) do TNT: Tchê Gomes e o Marcio Petracco (Petracco neles!).
Digamos que minha visão antiga sobre a banda não demorou muito, umas três ou quatro músicas já serviram, mas me insurgiu uma baita reflexão.
Como é fácil mudar convicções às vezes, como é uma barbada que as nossas opiniões sobre determinados assuntos, gostos ou pessoas possa ser cambiado de uma hora para outra. Simples acontecimentos às vezes fazem mudar de idéia sobre coisas que se trabalha (muitos momentos, até propositalmente) para cimentar como crença. Tal qual os arranjos do Acústicos e Valvulados, muitos momentos algo significativo muda o sentido das coisas, ou algo que demonstre arrependimento, desejo de mudança, faz mudar da desconfiança para a aposta, da desconsideração para o carinho, da decepção para a admiração, do ódio para a paixão, e principalmente, da raiva para o amor. (Ou vice-versa, claro).
A grande maioria considera em alguns momentos (quando é confortável, claro) que isto não necessariamente traduz fraqueza de personalidade, muito menos de espírito. Tal qual um pai que perdoa o filho, entendo que os sentimentos ligados ao amor têm esta capacidade, de nos transformar em algo maior, nos elevar. Como condenar faz parte do ser humano, perdoar faz parte do divino.
Mas enfim, do mesmo modo que sem saber, a Acústicos e Valvulados provou o contrário de tudo o que eu achava, contradizendo e queimando minha língua em todas as criticas que sempre fiz, às vezes as pessoas esperam e principalmente, desejam que certos indivíduos que fizeram parte de sua historia façam o mesmo. Desejam do fundo da alma que quem lhes fez mal se arrependa, que peça desculpas, que tente se redimir, que faça valer a pena ter sofrido tanto por tão pouco, e que, elemento cerne da questão, prove que estavam completamente erradas sobre os defeitos e conseqüentes péssimas características constatadas.
Mas isto é assim. Algumas pessoas até querem fazer isto, mas não sabem como fazê-lo. Outras... nunca acharam ou vão achar que erraram...
Agora... como todos sabem, pra certas coisas não existem mais perdões ou desculpas...
quinta-feira, 24 de maio de 2007
"Dabrio Dabrio Dabrio..."
Gente... sem condições de escrever nada hoje, até porque to sem tempo. Agora, esta eu não podia deixar de mostrar a vocês:
http://www.youtube.com/watch?v=IelYvxtlfoM
Depois que eu assisti eu não consegui mais parar de rir...Hehehehe...
"Dabrio Dabrio Dabrio Dabrio, ponto, iutubil..."
http://www.youtube.com/watch?v=IelYvxtlfoM
Depois que eu assisti eu não consegui mais parar de rir...Hehehehe...
"Dabrio Dabrio Dabrio Dabrio, ponto, iutubil..."
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Respeito = consideração
A repercussão do artigo publicado ontem foi ótima. Nunca tantas pessoas me procuraram para comentar. Mas o que mais me chamou a atenção é que todos os comentários foram semelhantes, mais ou menos: “Eu já tive uma namorada assim”. Ou: “Tem uma amiga minha que mantêm um relacionamento apenas por interesse financeiro”.
Mas enfim, o que me intrigou foi uma pergunta feita por uma queridíssima amiga, que me indagou sobre o que eu considerava tratar as pessoas com respeito e consideração, já que citei que a desconsideração e o desrespeito faziam parte de uma má índole. Ok, vamos a minha opinião, ou melhor, a do Aurélio (o dicionário...) depois a minha:
Segundo o referido, “Respeito: do Latim Respectu; ato ou efeito de respeitar; reverência; deferência; consideração; apreço; importância; submissão; ponto de vista; aspecto; causa; relação; temor; (no pl. ) cumprimentos”.
A maioria das pessoas, se questionadas sobre este respectivo significado, não saberia responder qualquer uma dessas variações. Como se a palavra significasse qualquer outra coisa que não fosse estas. Questionada sobre o assunto, uma pessoa comum que me serve de parâmetros, me deu a seguinte definição: “Respeito é quando devemos algo para alguém, como se fosse uma obrigação de não agredir, não ofender, não magoar.”
Concordo e discordo. Primeiro porque realmente, quem tem (veja bem, do verbo “ter”, e não do verbo “dever”) respeito para com alguém, realmente tenta não agredir, ofender ou magoar. Mas o termo não se refere só a isto, se refere a um leque de outras coisas que as pessoas esquecem, ou o hábito de praticá-las caiu em desuso. Segundo a própria definição retirada do amansa-burro, respeito é apreço, é importância, é relação, e principalmente, consideração para com o outro.
E consideração? O que significa?
De acordo com o Aurélião, “do Latim Consideratione. Ato de considerar; exame atento, reflexão; raciocínio; valimento, importância; razão, motivo que pode determinar um ato; estima; deferência; respeito que se dedica a alguém; bom nome; (no pl. ) reflexões; (no pl. ) arrazoado; (no pl. ) exposição fundamentada”.
É ai que a porca torce o rabo. Consideração é coisa que hoje em dia, quando praticada em família já é raro, quanto mais entre as pessoas de convívio comum/rotineiro/regular, relações de trabalho, profissionais, hierárquias, companheiros de estudos, e claro o pior: relações amorosas.
Como podemos identificar nas duas definições, consideração é respeito e respeito é consideração. Quando falta um falta o outro. Parece que as pessoas, sendo influenciadas totalmente pelo imediatismo/egoísmo, se esquecem que existem tantas outras que tem coração a se machucar, sentimentos a serem feridos. É complicado...
Recorrendo novamente a opinião da pessoa comum, ela me definiu consideração como algo que fosse temor, dedicação, dar crédito a algo, acreditar.
Também concordo, mas de longe novamente, o real significado nunca é alcançado por alguém. Valimento, importância, respeito, dedicação e estima são os melhores sinônimos.
Ta, mas qual é a real importância de tudo isto?
A importância a qual me diz respeito se refere quase exclusivamente aos relacionamentos amorosos. Que atire a primeira pedra quem, em seu atual ou em seu ultimo relacionamento, não tem alguma lembrança ou sentimento mal resolvido decorrente de alguma situação de desrespeito e desconsideração que sofreu. Ou melhor, para complementar: quem ai admite que já tratou alguém com alguma das duas desqualificadoras? Eu sim admito. Mas sempre tive a hombridade de reconhecer meus erros, me redimir e melhor ainda, não cometê-los mais.
E sem falsa modéstia, este é o ideal. Isto é o que se deve fazer sempre. Como um adesivo em um Fiat 147 que eu vi estes dias dizia: “Herrar é umano”. Ou melhor, errar é admissível, não concertar o erro e cometê-lo novamente, é enjoativo e repugnante...
Mais ainda... chega a ser imperdoável...
Mas enfim, o que me intrigou foi uma pergunta feita por uma queridíssima amiga, que me indagou sobre o que eu considerava tratar as pessoas com respeito e consideração, já que citei que a desconsideração e o desrespeito faziam parte de uma má índole. Ok, vamos a minha opinião, ou melhor, a do Aurélio (o dicionário...) depois a minha:
Segundo o referido, “Respeito: do Latim Respectu; ato ou efeito de respeitar; reverência; deferência; consideração; apreço; importância; submissão; ponto de vista; aspecto; causa; relação; temor; (no pl. ) cumprimentos”.
A maioria das pessoas, se questionadas sobre este respectivo significado, não saberia responder qualquer uma dessas variações. Como se a palavra significasse qualquer outra coisa que não fosse estas. Questionada sobre o assunto, uma pessoa comum que me serve de parâmetros, me deu a seguinte definição: “Respeito é quando devemos algo para alguém, como se fosse uma obrigação de não agredir, não ofender, não magoar.”
Concordo e discordo. Primeiro porque realmente, quem tem (veja bem, do verbo “ter”, e não do verbo “dever”) respeito para com alguém, realmente tenta não agredir, ofender ou magoar. Mas o termo não se refere só a isto, se refere a um leque de outras coisas que as pessoas esquecem, ou o hábito de praticá-las caiu em desuso. Segundo a própria definição retirada do amansa-burro, respeito é apreço, é importância, é relação, e principalmente, consideração para com o outro.
E consideração? O que significa?
De acordo com o Aurélião, “do Latim Consideratione. Ato de considerar; exame atento, reflexão; raciocínio; valimento, importância; razão, motivo que pode determinar um ato; estima; deferência; respeito que se dedica a alguém; bom nome; (no pl. ) reflexões; (no pl. ) arrazoado; (no pl. ) exposição fundamentada”.
É ai que a porca torce o rabo. Consideração é coisa que hoje em dia, quando praticada em família já é raro, quanto mais entre as pessoas de convívio comum/rotineiro/regular, relações de trabalho, profissionais, hierárquias, companheiros de estudos, e claro o pior: relações amorosas.
Como podemos identificar nas duas definições, consideração é respeito e respeito é consideração. Quando falta um falta o outro. Parece que as pessoas, sendo influenciadas totalmente pelo imediatismo/egoísmo, se esquecem que existem tantas outras que tem coração a se machucar, sentimentos a serem feridos. É complicado...
Recorrendo novamente a opinião da pessoa comum, ela me definiu consideração como algo que fosse temor, dedicação, dar crédito a algo, acreditar.
Também concordo, mas de longe novamente, o real significado nunca é alcançado por alguém. Valimento, importância, respeito, dedicação e estima são os melhores sinônimos.
Ta, mas qual é a real importância de tudo isto?
A importância a qual me diz respeito se refere quase exclusivamente aos relacionamentos amorosos. Que atire a primeira pedra quem, em seu atual ou em seu ultimo relacionamento, não tem alguma lembrança ou sentimento mal resolvido decorrente de alguma situação de desrespeito e desconsideração que sofreu. Ou melhor, para complementar: quem ai admite que já tratou alguém com alguma das duas desqualificadoras? Eu sim admito. Mas sempre tive a hombridade de reconhecer meus erros, me redimir e melhor ainda, não cometê-los mais.
E sem falsa modéstia, este é o ideal. Isto é o que se deve fazer sempre. Como um adesivo em um Fiat 147 que eu vi estes dias dizia: “Herrar é umano”. Ou melhor, errar é admissível, não concertar o erro e cometê-lo novamente, é enjoativo e repugnante...
Mais ainda... chega a ser imperdoável...
terça-feira, 22 de maio de 2007
O teu final...
É...
Ontem humilhavas e maltratavas, agora, chora por que esta perdendo mais uma pessoa que poderia ter sido a definitiva da tua vida...
Mania de interesse, de basear a vida inteira em dinheiro, em presentes, em conforto financeiro...
Ontem maltrataste alguém, hoje és maltratada...
Ontem negaste ajuda, agora a ajuda a ti é negada...
Ontem achaste que a vida era fácil, que a festa, o dinheiro e a esperteza eram os mais importantes fatores, mas guria, veja hoje, estas ficando mais uma vez para trás...
Enquanto as pessoas seguem suas vidas, vão para frente, ficas parada no lugar...
Lembras quando eu te falava: “Cresce! Amadurece! Vai te phuder na tua vida inteira se não fizeres isto...!”
Olha os frutos que estas colhendo hoje em dia...
Pensa, pensa e pensa bem. O que vale a traição? A mentira? O prazer simples de saber que está enganando alguém...?
Pessoas de má índole fazem isto. E sabes...acredito que tu sejas uma delas.
A boa educação vem de berço, e tu... nunca a tiveste. A culpa derrepente nem é tua...
Achas naturais certas coisas que ninguém aceitaria em qualquer ente, muito menos em um ser humano, embalado em tão bela embalagem...
A carapuça cai. A verdade se sobressai e prevalece. Lição que gerou traumas em teu interior e em alguns que passaram pela tua vida, mas que mesmo assim não aprendeste...
Má índole guria, má índole. É este o teu problema.
A sorte que quem sai desta agora sai melhor do que o anterior. Pelo menos, algumas oportunidades de aprendizado te foram dadas...
Antigamente diziam o quanto foste infeliz na escolha que tomaste. Hoje eu constato que estavam certos...
Se valer inverter/mudar ditado popular: “Ontem tu caçavas, hoje tu já foste abatida...”
Algo valeu a pena? A tua aparente falta de propósitos nunca me enganou...
Ganhaste algo que querias? Ficou mais rica? Mais bem vestida? Cresceu alguma coisa? Tem emprego? Dinheiro no bolso?
Vejo que não foste bem sucedida nas tuas investidas...
Agora sinto...o gosto do troco dado mistura algo de delicioso com marcante...
Mas o melhor de tudo é ver o quanto que uma pessoa inescrupulosa/ardilosa pode ser infeliz...
E esta é a tua sina. Tal qual um vício, não paras de mentir, não deixas de ser interesseira, trata todos com muito desrespeito e desprezo, e não aprende nunca com os teus exclusivos erros.
Sina, carma ou destino? Não há termo correto e nem definitivo, pois todos eles cabem. O que realmente salta aos olhos é o resultado: Tal qual um ente específico de tua família, sozinha, desamparada, infeliz, mal-sucedida em todos os âmbitos e inútil, este será o final...
Este será o TEU final...
Ontem humilhavas e maltratavas, agora, chora por que esta perdendo mais uma pessoa que poderia ter sido a definitiva da tua vida...
Mania de interesse, de basear a vida inteira em dinheiro, em presentes, em conforto financeiro...
Ontem maltrataste alguém, hoje és maltratada...
Ontem negaste ajuda, agora a ajuda a ti é negada...
Ontem achaste que a vida era fácil, que a festa, o dinheiro e a esperteza eram os mais importantes fatores, mas guria, veja hoje, estas ficando mais uma vez para trás...
Enquanto as pessoas seguem suas vidas, vão para frente, ficas parada no lugar...
Lembras quando eu te falava: “Cresce! Amadurece! Vai te phuder na tua vida inteira se não fizeres isto...!”
Olha os frutos que estas colhendo hoje em dia...
Pensa, pensa e pensa bem. O que vale a traição? A mentira? O prazer simples de saber que está enganando alguém...?
Pessoas de má índole fazem isto. E sabes...acredito que tu sejas uma delas.
A boa educação vem de berço, e tu... nunca a tiveste. A culpa derrepente nem é tua...
Achas naturais certas coisas que ninguém aceitaria em qualquer ente, muito menos em um ser humano, embalado em tão bela embalagem...
A carapuça cai. A verdade se sobressai e prevalece. Lição que gerou traumas em teu interior e em alguns que passaram pela tua vida, mas que mesmo assim não aprendeste...
Má índole guria, má índole. É este o teu problema.
A sorte que quem sai desta agora sai melhor do que o anterior. Pelo menos, algumas oportunidades de aprendizado te foram dadas...
Antigamente diziam o quanto foste infeliz na escolha que tomaste. Hoje eu constato que estavam certos...
Se valer inverter/mudar ditado popular: “Ontem tu caçavas, hoje tu já foste abatida...”
Algo valeu a pena? A tua aparente falta de propósitos nunca me enganou...
Ganhaste algo que querias? Ficou mais rica? Mais bem vestida? Cresceu alguma coisa? Tem emprego? Dinheiro no bolso?
Vejo que não foste bem sucedida nas tuas investidas...
Agora sinto...o gosto do troco dado mistura algo de delicioso com marcante...
Mas o melhor de tudo é ver o quanto que uma pessoa inescrupulosa/ardilosa pode ser infeliz...
E esta é a tua sina. Tal qual um vício, não paras de mentir, não deixas de ser interesseira, trata todos com muito desrespeito e desprezo, e não aprende nunca com os teus exclusivos erros.
Sina, carma ou destino? Não há termo correto e nem definitivo, pois todos eles cabem. O que realmente salta aos olhos é o resultado: Tal qual um ente específico de tua família, sozinha, desamparada, infeliz, mal-sucedida em todos os âmbitos e inútil, este será o final...
Este será o TEU final...
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Complexidades da lingua portuguesa
Conversando sobre a língua portuguesa, suas dificuldades, seus “pega-ratões” e suas complexidades, estávamos eu, o Paulo e o Marcelo estes dias.
Opinião externada pelo Marcelo:
- “A língua portuguesa é muito complexa. A quantidade de verbos e de conjugações realmente é gigantesca. Isto a torna quase como um código secreto internacional.”
Neste momento, o Paulo responde tentando falar difícil:
- “É verdade. Concordo. Os verbos é que dificultam tudo, principalmente aqueles tipos todos...tipo assim...os verbos abstratos, os GERUNDINOS e os verbos EXTRATOS também....
- AHAHAHAHAHA...!
- Que houve?
- Tu és a prova viva da tal complexidade Paulo!” – Respondi, em meio a gargalhadas gerais.
- “Ah Veio! Não posso fazer nada se não consigo demonstrar toda a minha SABIÊNCIA...”
Opinião externada pelo Marcelo:
- “A língua portuguesa é muito complexa. A quantidade de verbos e de conjugações realmente é gigantesca. Isto a torna quase como um código secreto internacional.”
Neste momento, o Paulo responde tentando falar difícil:
- “É verdade. Concordo. Os verbos é que dificultam tudo, principalmente aqueles tipos todos...tipo assim...os verbos abstratos, os GERUNDINOS e os verbos EXTRATOS também....
- AHAHAHAHAHA...!
- Que houve?
- Tu és a prova viva da tal complexidade Paulo!” – Respondi, em meio a gargalhadas gerais.
- “Ah Veio! Não posso fazer nada se não consigo demonstrar toda a minha SABIÊNCIA...”
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Pedido concedido: A réplica
Pedrita me ligou, e disse que ficou brava comigo. Disse que agora, já que eu escrevi sobre ela, tenho que escrever uma historia do Paulo também (como se o nome do coitado nunca estivesse por aqui de maneira pejorativa...). Mas enfim, apesar de estar saturado do assunto bebida/xixi, o pedido dela é uma ordem...e eu sou obediente.
Ela começou me dizendo que não é só ele que deixa a cônjuge sair sozinha, ela também o deixa. E que ele também volta caindo de bêbado para casa.
Bom, pra variar, também há uma história de bêbum dele para contar.
Ai vai:
Diz que a situação se inverteu. Esses dias, ele também saiu com os amigos para beber cerveja e ela ficou em casa dormindo (sei...). O que aconteceu foi que da mesma maneira que ela chegou em casa bêbada cambaleando, ele também o fez. Mas com uma diferença: O local do desastre.
Ela conta que estava dormindo quando ele chegou, sendo que ela sim, como uma boa companheira, levantou, falou com ele, perguntou se tava tudo bem, fez um Nescauzinho, mexeu, deu pra ele tomar, ligou o chuveiro antes de ele ir tomar banho, alcançou a toalha, etc. Beleza. Ótimo. Cuidou dele. Que mulher esta. Mas a surpresa veio depois.
Diz que logo após ele ter entrado no banho, ela foi deitar-se na cama para dormir, até porque estava frio. Cobriu-se com seu cobertor felpudo e adormeceu, não conseguiu ficar acordada esperando.
Para minha surpresa, ela conta que acordou com barulho de torneira ligada dentro do quarto, e não na sala (é sempre este o barulho que antecede a tragédia...), que viu a silhueta do Paulo nua encostada no armário dos casacos.
- “ Paulo! Que tu ta fazendo pelado ai!?
- Ahm! Ahm!” – O Paulo acorda, nu, dormindo em pé.
- “Tu tava dormindo em pé!?
- Ahm...tava!
- Tu derramou algo ai?
- Ahm...Acho que sim...eu tava sonhando que tava no banheiro.
- Como assim? No banheiro?
- É, e que o vaso sanitário era bem pequenininho...
- Como assim pequenininho?
- Pequeno. Só pequeno.
- PAULO! ACENDE A LUZ! AGORAAAAA!
- O que houve guria!?
- ACENDEEEE!”
Segundo o mesmo, ele estava sonhando que o banheiro era muito grande, e que o vaso sanitário era muito pequeno, do tamanho de uma garrafa Pet. Mas que ele urinava mesmo assim.
Não era o vaso sanitário que era pequeno. Era o NIKE SHOX dela que tava no chão que era...
Ela começou me dizendo que não é só ele que deixa a cônjuge sair sozinha, ela também o deixa. E que ele também volta caindo de bêbado para casa.
Bom, pra variar, também há uma história de bêbum dele para contar.
Ai vai:
Diz que a situação se inverteu. Esses dias, ele também saiu com os amigos para beber cerveja e ela ficou em casa dormindo (sei...). O que aconteceu foi que da mesma maneira que ela chegou em casa bêbada cambaleando, ele também o fez. Mas com uma diferença: O local do desastre.
Ela conta que estava dormindo quando ele chegou, sendo que ela sim, como uma boa companheira, levantou, falou com ele, perguntou se tava tudo bem, fez um Nescauzinho, mexeu, deu pra ele tomar, ligou o chuveiro antes de ele ir tomar banho, alcançou a toalha, etc. Beleza. Ótimo. Cuidou dele. Que mulher esta. Mas a surpresa veio depois.
Diz que logo após ele ter entrado no banho, ela foi deitar-se na cama para dormir, até porque estava frio. Cobriu-se com seu cobertor felpudo e adormeceu, não conseguiu ficar acordada esperando.
Para minha surpresa, ela conta que acordou com barulho de torneira ligada dentro do quarto, e não na sala (é sempre este o barulho que antecede a tragédia...), que viu a silhueta do Paulo nua encostada no armário dos casacos.
- “ Paulo! Que tu ta fazendo pelado ai!?
- Ahm! Ahm!” – O Paulo acorda, nu, dormindo em pé.
- “Tu tava dormindo em pé!?
- Ahm...tava!
- Tu derramou algo ai?
- Ahm...Acho que sim...eu tava sonhando que tava no banheiro.
- Como assim? No banheiro?
- É, e que o vaso sanitário era bem pequenininho...
- Como assim pequenininho?
- Pequeno. Só pequeno.
- PAULO! ACENDE A LUZ! AGORAAAAA!
- O que houve guria!?
- ACENDEEEE!”
Segundo o mesmo, ele estava sonhando que o banheiro era muito grande, e que o vaso sanitário era muito pequeno, do tamanho de uma garrafa Pet. Mas que ele urinava mesmo assim.
Não era o vaso sanitário que era pequeno. Era o NIKE SHOX dela que tava no chão que era...
terça-feira, 15 de maio de 2007
Com a tampa levantada
A vingança do Paulo veio em pratos quentes:
Diz que este final de semana ele deixou a Pedrita sair sozinha com as amigas para beber (Bah Tchê! Quando que essa gente pára de beber?). Segundo o relatado, o causo foi assim:
Lá pelas quatro da madrugada, Paulo, que já estava roncando desde as onze (acredito...) escuta a porta do apartamento abrir de maneira abrupta, como se um bêbado estivesse abrindo-a. O bêbado, neste caso bêbada, claro, era a Pedrita.
Ele pensa assim: “Vou deixar ela se fuder para vir deitar. Não vou ajudar em nada”.
O tempo passa, e Pedrita não vem para cama. Depois de uns trinta minutos, Paulo começa a escutar um barulho que se assemelha muito com o que seria uma torneira pingando no assoalho de taboão da sala.
Começa a desconfiar que algo trágico poderia estar acontecendo.
Os próximos segundos foram de puro terror.
Diz ele que resolveu se levantar de pé-ante-pé, para dar uma olhada no que estava ocorrendo. E a cena que viu quando chegou a sala foi algo apavorante.
Pedrita estava no canto da peça, ao lado da mesa de jantar, sentada de frente para a parede e de costas para todo o resto, dormindo e roncando.
Paulo, já um pouco assustado, resolve correr até lá para ver como ela estava. Quando chega ao lado da cadeira, toma um susto.
Pedrita estava nua com as calças arriadas até o joelho, o assento da cadeira, que era estofado, estava levantado e junto ao encosto (como se fosse a tampa de um vaso sanitário), suas pernas e o chão a sua volta estavam completamente molhados e cheirando a urina.
Paulo tenta acordá-la:
- “Pedrita! Pedrita! Acorda Amor! O que ta acontecendo!?
- Mas que guri chato! Ta sempre me incomodando!
- Como assim incomodando guria!? O que tu ta fazendo!?
- Até no banheiro tu vem me incomodar! Sai daqui guri!
- Como assim guria!? Que banheiro!?
- Aqui! Este banheiro que a gente ta! Tu não ta vendo que eu to sentada no vaso mijando...”
Diz que este final de semana ele deixou a Pedrita sair sozinha com as amigas para beber (Bah Tchê! Quando que essa gente pára de beber?). Segundo o relatado, o causo foi assim:
Lá pelas quatro da madrugada, Paulo, que já estava roncando desde as onze (acredito...) escuta a porta do apartamento abrir de maneira abrupta, como se um bêbado estivesse abrindo-a. O bêbado, neste caso bêbada, claro, era a Pedrita.
Ele pensa assim: “Vou deixar ela se fuder para vir deitar. Não vou ajudar em nada”.
O tempo passa, e Pedrita não vem para cama. Depois de uns trinta minutos, Paulo começa a escutar um barulho que se assemelha muito com o que seria uma torneira pingando no assoalho de taboão da sala.
Começa a desconfiar que algo trágico poderia estar acontecendo.
Os próximos segundos foram de puro terror.
Diz ele que resolveu se levantar de pé-ante-pé, para dar uma olhada no que estava ocorrendo. E a cena que viu quando chegou a sala foi algo apavorante.
Pedrita estava no canto da peça, ao lado da mesa de jantar, sentada de frente para a parede e de costas para todo o resto, dormindo e roncando.
Paulo, já um pouco assustado, resolve correr até lá para ver como ela estava. Quando chega ao lado da cadeira, toma um susto.
Pedrita estava nua com as calças arriadas até o joelho, o assento da cadeira, que era estofado, estava levantado e junto ao encosto (como se fosse a tampa de um vaso sanitário), suas pernas e o chão a sua volta estavam completamente molhados e cheirando a urina.
Paulo tenta acordá-la:
- “Pedrita! Pedrita! Acorda Amor! O que ta acontecendo!?
- Mas que guri chato! Ta sempre me incomodando!
- Como assim incomodando guria!? O que tu ta fazendo!?
- Até no banheiro tu vem me incomodar! Sai daqui guri!
- Como assim guria!? Que banheiro!?
- Aqui! Este banheiro que a gente ta! Tu não ta vendo que eu to sentada no vaso mijando...”
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Melhor não perguntar...
Na véspera de feriado, saímos para beber cerveja com as respectivas.
Pedrita, a namorada-da-idade-da-pedra do Paulo, começou a beber demais e a contar umas historinhas... para meu deleite e também dos poucos leitores que tenho.
Mas vamos a uma delas (antes de qualquer reclamação sobre este relato, recebi autorização prévia lavrada em três vias no cartório de Anta Gorda. Quem quiser conferir, vá até lá.):
Reza a lenda que Pedrita, depois de ler um bom livro (aham... sei...) adormeceu em sua cama King Size ao lado do Paulo, que já estava roncando (normal...). Após alguns momentos, que ela não sabe precisar quantos, seu sono foi interrompido pelo barulho da televisão ligada. Ela acorda, estica o braço para o lado e percebe que Paulo não está deitado. Olha para frente, com aqueles olhos e aquela visão que só o sono pesado dá, e enxerga apenas a claridade emanada da televisão, que estava com volume baixo. Dá uma olhada em volta no quarto e não vê o namorado em lugar algum.
Adormece novamente pensando que o dito cujo devia estar no banheiro (baita mijão que é).
Após uns cinco minutinhos só, acorda-se novamente com o leve balançar da cama. Era o Paulo deitando-se, com a respiração bastante ofegante, e segurando uma camiseta velha nas mãos. Pergunta, como quem não quer nada:
- “Paulo, o que tu ta fazendo com esta camiseta?
- Não pergunta guria, não pergunta.
- Se tu ta esfregando ela nas mãos é porque de alguma maneira tu sujou elas...
- Não pergunta guria, não pergunta.
- Onde que tu tava?
- No chão.
- Tu tava deitado no chão?
- Tava. Mas porque eu quis. Não cai não.
- Porque tu quis?
- É.
- Perai! Em qual canal que a tevê tava ligada?
- Na Band.
- E o que tu tava assistindo na Band Paulo?
- Não pergunta guria. Não pergunta.
- O que tu tava fazendo?
- Eu não queria te acordar...
- PAULO! DE MADRUGADA NA BAND PASSA FILME PORNÔ!
- Não pergunta guria. Não pergunta.
- O QUE TU TAVA FAZENDO NO CHÃO PAULO? SE TU TAVA LIMPANDO AS MÃOS...? SEU PORCO! NOJENTO!
- Não pergunta guria. Não pergunta...”
Pedrita, a namorada-da-idade-da-pedra do Paulo, começou a beber demais e a contar umas historinhas... para meu deleite e também dos poucos leitores que tenho.
Mas vamos a uma delas (antes de qualquer reclamação sobre este relato, recebi autorização prévia lavrada em três vias no cartório de Anta Gorda. Quem quiser conferir, vá até lá.):
Reza a lenda que Pedrita, depois de ler um bom livro (aham... sei...) adormeceu em sua cama King Size ao lado do Paulo, que já estava roncando (normal...). Após alguns momentos, que ela não sabe precisar quantos, seu sono foi interrompido pelo barulho da televisão ligada. Ela acorda, estica o braço para o lado e percebe que Paulo não está deitado. Olha para frente, com aqueles olhos e aquela visão que só o sono pesado dá, e enxerga apenas a claridade emanada da televisão, que estava com volume baixo. Dá uma olhada em volta no quarto e não vê o namorado em lugar algum.
Adormece novamente pensando que o dito cujo devia estar no banheiro (baita mijão que é).
Após uns cinco minutinhos só, acorda-se novamente com o leve balançar da cama. Era o Paulo deitando-se, com a respiração bastante ofegante, e segurando uma camiseta velha nas mãos. Pergunta, como quem não quer nada:
- “Paulo, o que tu ta fazendo com esta camiseta?
- Não pergunta guria, não pergunta.
- Se tu ta esfregando ela nas mãos é porque de alguma maneira tu sujou elas...
- Não pergunta guria, não pergunta.
- Onde que tu tava?
- No chão.
- Tu tava deitado no chão?
- Tava. Mas porque eu quis. Não cai não.
- Porque tu quis?
- É.
- Perai! Em qual canal que a tevê tava ligada?
- Na Band.
- E o que tu tava assistindo na Band Paulo?
- Não pergunta guria. Não pergunta.
- O que tu tava fazendo?
- Eu não queria te acordar...
- PAULO! DE MADRUGADA NA BAND PASSA FILME PORNÔ!
- Não pergunta guria. Não pergunta.
- O QUE TU TAVA FAZENDO NO CHÃO PAULO? SE TU TAVA LIMPANDO AS MÃOS...? SEU PORCO! NOJENTO!
- Não pergunta guria. Não pergunta...”
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Lauzinha...
terça-feira, 1 de maio de 2007
Pérolas...
Estas estão quentinhas saindo do forno:
Estes dias, durante uma das sempre prazerosas reuniões na casa do Wagner, em Porto Alegre, o mesmo estava reclamando que sua namorada – e minha prima – havia arranhado e amassado a sua caminhonete DODGE DAKOTA na entrada da garagem de casa. E que ele achava que tal ato era em repúdio a venda da mesma. Claro, o Paulo estava lá presente também. E óbvio, as pérolas (foram mais do que uma...) foram proferidas adivinhem por quem...
A primeira se deu quando o dialogo sobre o tal arranhão já se encaminhava para a discussão de casal:
- “Tu fez isso porque tu não queres que eu a venda!” – Disse Wagner, se dirigindo a prima querida...
- “Não fiz nada! Foi um acidente! Bem capaz que eu vou riscar a Dakota!” – Prima, em resposta.
E o Paulo só olhando, com uma cara de quem não estava entendendo picas do que estavam falando.
Continuando a discussão:
- “Mas foi mentira Wagner! Eu tava só brincando contigo!
- Sei que tu tava brincando. E o que era aquele arranhão na coitada da Dakota? Tu não tem noção do que tu fazes as vezes guria...”
Derrepente o Paulo interrompe:
- “Ta mas, me diz uma coisa. Ela se machucou?
- Como...?
- Ela se machucou? Ou talvez até morreu, sei lá. Sangrar deve ter sangrado. Porque vocês estão falando como se a coisa tivesse sido muito séria.
- Hein...? – Todos em coro interpelaram.
- É. Fiquei com pena da tal da COCOTA agora...
- COCOTA...?
- É! A tal da COCOTA que vocês estão falando, a que rasparam na parede da garagem. Coitada dela. Vocês não tem pena do bichinho...?
A segunda:
O Wagner estava sentado ao lado do Paulo. E acendeu um cigarro. O Paulo em repúdio ao cheiro do mesmo, resolve dizer o seguinte:
- O velho! Tudo bem que tu ta em casa. Mas eu acho que neste RECIPIENTE não pode fumar hein...
E a última foi na hora em que a salada foi servida:
- O Wagner, me alcança o LEITE DE OLIVA ali pra eu temperar minha rúcula...
Estes dias, durante uma das sempre prazerosas reuniões na casa do Wagner, em Porto Alegre, o mesmo estava reclamando que sua namorada – e minha prima – havia arranhado e amassado a sua caminhonete DODGE DAKOTA na entrada da garagem de casa. E que ele achava que tal ato era em repúdio a venda da mesma. Claro, o Paulo estava lá presente também. E óbvio, as pérolas (foram mais do que uma...) foram proferidas adivinhem por quem...
A primeira se deu quando o dialogo sobre o tal arranhão já se encaminhava para a discussão de casal:
- “Tu fez isso porque tu não queres que eu a venda!” – Disse Wagner, se dirigindo a prima querida...
- “Não fiz nada! Foi um acidente! Bem capaz que eu vou riscar a Dakota!” – Prima, em resposta.
E o Paulo só olhando, com uma cara de quem não estava entendendo picas do que estavam falando.
Continuando a discussão:
- “Mas foi mentira Wagner! Eu tava só brincando contigo!
- Sei que tu tava brincando. E o que era aquele arranhão na coitada da Dakota? Tu não tem noção do que tu fazes as vezes guria...”
Derrepente o Paulo interrompe:
- “Ta mas, me diz uma coisa. Ela se machucou?
- Como...?
- Ela se machucou? Ou talvez até morreu, sei lá. Sangrar deve ter sangrado. Porque vocês estão falando como se a coisa tivesse sido muito séria.
- Hein...? – Todos em coro interpelaram.
- É. Fiquei com pena da tal da COCOTA agora...
- COCOTA...?
- É! A tal da COCOTA que vocês estão falando, a que rasparam na parede da garagem. Coitada dela. Vocês não tem pena do bichinho...?
A segunda:
O Wagner estava sentado ao lado do Paulo. E acendeu um cigarro. O Paulo em repúdio ao cheiro do mesmo, resolve dizer o seguinte:
- O velho! Tudo bem que tu ta em casa. Mas eu acho que neste RECIPIENTE não pode fumar hein...
E a última foi na hora em que a salada foi servida:
- O Wagner, me alcança o LEITE DE OLIVA ali pra eu temperar minha rúcula...
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Pra brincar com o "fofuxo" paga mais...Parte II - Final
- Pra se divertir com o "fofuxo" paga mais senhor...
- O que? Eu tenho que pagar para trocar o pneu do "fofuxo"...?
- Onde o senhor vai tocar nele, eu não sei e nem quero saber, mas o preço eu tenho que cobrar. Ou paga agora, ou paga na saída, como é o usual.
- Como assim "onde que o senhor vai tocar nele"?
- É. No pneuzinho. Que no caso dele nem é "pneuzinho". É um baita "pneuzão"!
- NÃO! PÁRA! PÁRA TUDO! TU NÃO TÁ ENTENDENDO NADA!
- Então o senhor me faça o favor de explicar.
- Aquele rapaz gordo me chamou aqui apenas para ajudá-lo a trocar o pneu. O pneu do CARRO DELE. Ninguém vai entrar no quarto e fazer "coisinha"...
- Ah tá. Então o senhor só vai lá ajuda-lo a trocar o pneu do carro?
- Claro né! Ou tu tava achando que eu... eu e o Gordinho...
- Mil perdões Senhor. - Extremamente ruborizado...- Realmente eu havia entendido errado. Mas também... ele ficou aqui vestido só com um hobbyzinho rosa esturricado, perguntando como que tava o movimento da noite, o que eu fazia nos outros dias, que hora eu saia, etc...
- Ta ok. Não quero ouvir a tua explicação - Falou, Puto da Cara, óbvio - apenas me deixa entrar vai...
- Por Gentileza Senhor. Tenha a bondade. O Numero do quarto é 410.
E lá se foi o Marcelo, ajudou o "fofuxo" a trocar o pneu do carro (claro que ele ainda estava vestido apenas com o hobby rosa, e o chinelinho Havaianas do motel), e enquanto fazia isso, tentava baixar o nível de raiva e ódio...
Na hora de ir embora, ele se despede do Paulo com apenas um "Me deve uma...", mas pensa o que poderia fazer para se vingar do "Severino".
Logo na portaria, ainda com a porta de entrada do motel fechada, o maldito do porteiro puxou assunto, tentando amenizar o erro, e o consequente constrangimento cometido.
- E ai Senhor. Tudo certo? Conseguiram trocar o pneu?
- Conseguimos...
- Tudo certo então...?
- Tudo...
- O Senhor ficou bravo por eu ter achado que o Senhor era... era...?
- Fiquei...
- Então o Senhor vai reclamar com a gerência...?
- Não. Não vou. Isso se tu fizeres um favor...
- Qual Senhor? Faço o que o Senhor quiser.
- O que eu quiser...? - já falando com um assento, digamos assim, "mais feminino".
- É. O que o Senhor quiser.
- Libera a "porta da saída" - falou isto com aquela carinha maliciosa de libélula... - pra mim agora?
- Como assim "Porta de Saída"...? O Senhor tá achando... achando o que... que eu sou... ?
- Hehehe...Viu como é bom?
- O Senhor tá fazendo confusão. Eu não quero dar o meu...
- Ta, pára por ai! - Interrompendo - Eu só quero a porta do motel aberta pra poder sair. Não a tua!
E se foi embora com o gostinho bom de vingança na boca...
- O que? Eu tenho que pagar para trocar o pneu do "fofuxo"...?
- Onde o senhor vai tocar nele, eu não sei e nem quero saber, mas o preço eu tenho que cobrar. Ou paga agora, ou paga na saída, como é o usual.
- Como assim "onde que o senhor vai tocar nele"?
- É. No pneuzinho. Que no caso dele nem é "pneuzinho". É um baita "pneuzão"!
- NÃO! PÁRA! PÁRA TUDO! TU NÃO TÁ ENTENDENDO NADA!
- Então o senhor me faça o favor de explicar.
- Aquele rapaz gordo me chamou aqui apenas para ajudá-lo a trocar o pneu. O pneu do CARRO DELE. Ninguém vai entrar no quarto e fazer "coisinha"...
- Ah tá. Então o senhor só vai lá ajuda-lo a trocar o pneu do carro?
- Claro né! Ou tu tava achando que eu... eu e o Gordinho...
- Mil perdões Senhor. - Extremamente ruborizado...- Realmente eu havia entendido errado. Mas também... ele ficou aqui vestido só com um hobbyzinho rosa esturricado, perguntando como que tava o movimento da noite, o que eu fazia nos outros dias, que hora eu saia, etc...
- Ta ok. Não quero ouvir a tua explicação - Falou, Puto da Cara, óbvio - apenas me deixa entrar vai...
- Por Gentileza Senhor. Tenha a bondade. O Numero do quarto é 410.
E lá se foi o Marcelo, ajudou o "fofuxo" a trocar o pneu do carro (claro que ele ainda estava vestido apenas com o hobby rosa, e o chinelinho Havaianas do motel), e enquanto fazia isso, tentava baixar o nível de raiva e ódio...
Na hora de ir embora, ele se despede do Paulo com apenas um "Me deve uma...", mas pensa o que poderia fazer para se vingar do "Severino".
Logo na portaria, ainda com a porta de entrada do motel fechada, o maldito do porteiro puxou assunto, tentando amenizar o erro, e o consequente constrangimento cometido.
- E ai Senhor. Tudo certo? Conseguiram trocar o pneu?
- Conseguimos...
- Tudo certo então...?
- Tudo...
- O Senhor ficou bravo por eu ter achado que o Senhor era... era...?
- Fiquei...
- Então o Senhor vai reclamar com a gerência...?
- Não. Não vou. Isso se tu fizeres um favor...
- Qual Senhor? Faço o que o Senhor quiser.
- O que eu quiser...? - já falando com um assento, digamos assim, "mais feminino".
- É. O que o Senhor quiser.
- Libera a "porta da saída" - falou isto com aquela carinha maliciosa de libélula... - pra mim agora?
- Como assim "Porta de Saída"...? O Senhor tá achando... achando o que... que eu sou... ?
- Hehehe...Viu como é bom?
- O Senhor tá fazendo confusão. Eu não quero dar o meu...
- Ta, pára por ai! - Interrompendo - Eu só quero a porta do motel aberta pra poder sair. Não a tua!
E se foi embora com o gostinho bom de vingança na boca...
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Pra brincar com o "fofuxo" paga mais...
Outra da dupla:
O Paulo foi ao motel com a guria dele (Bom... pelo menos era na época...).
O Marcelo, como melhor amigo que é, sabia onde ele estava e com quem.
Mas o engraçado foi o transcorrer dos fatos... ai vai:
Enquanto o Paulo tinha saído, o Marcelo foi na academia, foi jantar, e resolver mais alguns assuntos pendentes. Após isto, foi para casa a fim de descansar. Quando já estava quase dormindo, toca o Cel. Phone. Era o Paulo.
- “Marcelo! Tu ta acordado?
- To velho. Porque?
- Porque eu to aqui no Motel ainda, e o meu pneu furou...
- Ta e porque tu simplesmente não troca?
- Porque o estepe ta vazio! Tu vai ter que me trazer o teu.
- Putz...! Faz o seguinte então, quando eu estiver chegando te dou um toque, tu vai na portaria pegá-lo, eu te entrego, tu entra, troca, eu fico te esperando do lado de fora pra ver se tu precisa de ajuda.
- Ta, combinado. Tu vens agora?
- Já to saindo.
- Ok. Te espero.”
Chegando lá, segundo as palavras do próprio Marcelo. O susto foi grande.
- “Lembra que eu tinha dito pra ele me esperar na portaria?” – Me contando.
- “Lembro claro.
- Pois é. Ele tava na portaria. De HOBBY e CHINELINHO.
- AHAHAHA...!
- Detalhe. Foi antes dele emagrecer, ou seja, ele tinha 160 KILOS!
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...!
- Tava ele ali, nem se prestou a se vestir, trovando com o porteiro no guichê, me esperando.
- E tu fizeste o que?”
Reprodução do dialogo dos dois:
- “Paulo! Tu és louco! Vai te vestir Tchê!
- Para Guri! Eu sou a atração do motel.
- Meu Deus! Que horror! Esta barriga toda abrigada neste hobbyzinho rosa bebe...
- Ta Tchê! Para de trovar e me dá o pneu.
- Ta bom. Mas se tu precisar de ajuda, eu to aqui fora. Só me dá um toque quando tu terminar?
- Ta, dou. Valeu.”
Agora vem o pior de tudo, o telefone toca:
- “Marcelo, eu preciso de ajuda. Não estou conseguindo colocar a roda, a furação é diferente.
- Putz! Ta, já to entrando!”
Marcelo fechou o carro e dirigiu-se a portaria, a pé mesmo. Chegando no guichê ele fala para o porteiro:
- “Tchê! O Gordinho aquele me ligou dizendo que está precisando de ajuda lá dentro. Posso entrar para ajudar?
- Tu queres ir lá ajudar ele? – Pergunta o porteiro, fazendo cara de desconfiado, obviamente já entendendo errado...
- Quero. Ele me ligou dizendo que tava precisando.
- Então tá! Cada um cada um... mas cada pessoa adicional é 40 reais.
- Como assim 40 reais?
- 40 reais Senhor. Se o fofuxo não consegue dar conta do recado, derrepente a coisa dele é outra – falou fazendo cara de malicioso - afinal de contas ele ficou meia hora aqui puxando assunto só de hobby, para ir lá aproveitar com ele no quarto, o Senhor terá que pagar 40 reais...”
O Paulo foi ao motel com a guria dele (Bom... pelo menos era na época...).
O Marcelo, como melhor amigo que é, sabia onde ele estava e com quem.
Mas o engraçado foi o transcorrer dos fatos... ai vai:
Enquanto o Paulo tinha saído, o Marcelo foi na academia, foi jantar, e resolver mais alguns assuntos pendentes. Após isto, foi para casa a fim de descansar. Quando já estava quase dormindo, toca o Cel. Phone. Era o Paulo.
- “Marcelo! Tu ta acordado?
- To velho. Porque?
- Porque eu to aqui no Motel ainda, e o meu pneu furou...
- Ta e porque tu simplesmente não troca?
- Porque o estepe ta vazio! Tu vai ter que me trazer o teu.
- Putz...! Faz o seguinte então, quando eu estiver chegando te dou um toque, tu vai na portaria pegá-lo, eu te entrego, tu entra, troca, eu fico te esperando do lado de fora pra ver se tu precisa de ajuda.
- Ta, combinado. Tu vens agora?
- Já to saindo.
- Ok. Te espero.”
Chegando lá, segundo as palavras do próprio Marcelo. O susto foi grande.
- “Lembra que eu tinha dito pra ele me esperar na portaria?” – Me contando.
- “Lembro claro.
- Pois é. Ele tava na portaria. De HOBBY e CHINELINHO.
- AHAHAHA...!
- Detalhe. Foi antes dele emagrecer, ou seja, ele tinha 160 KILOS!
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...!
- Tava ele ali, nem se prestou a se vestir, trovando com o porteiro no guichê, me esperando.
- E tu fizeste o que?”
Reprodução do dialogo dos dois:
- “Paulo! Tu és louco! Vai te vestir Tchê!
- Para Guri! Eu sou a atração do motel.
- Meu Deus! Que horror! Esta barriga toda abrigada neste hobbyzinho rosa bebe...
- Ta Tchê! Para de trovar e me dá o pneu.
- Ta bom. Mas se tu precisar de ajuda, eu to aqui fora. Só me dá um toque quando tu terminar?
- Ta, dou. Valeu.”
Agora vem o pior de tudo, o telefone toca:
- “Marcelo, eu preciso de ajuda. Não estou conseguindo colocar a roda, a furação é diferente.
- Putz! Ta, já to entrando!”
Marcelo fechou o carro e dirigiu-se a portaria, a pé mesmo. Chegando no guichê ele fala para o porteiro:
- “Tchê! O Gordinho aquele me ligou dizendo que está precisando de ajuda lá dentro. Posso entrar para ajudar?
- Tu queres ir lá ajudar ele? – Pergunta o porteiro, fazendo cara de desconfiado, obviamente já entendendo errado...
- Quero. Ele me ligou dizendo que tava precisando.
- Então tá! Cada um cada um... mas cada pessoa adicional é 40 reais.
- Como assim 40 reais?
- 40 reais Senhor. Se o fofuxo não consegue dar conta do recado, derrepente a coisa dele é outra – falou fazendo cara de malicioso - afinal de contas ele ficou meia hora aqui puxando assunto só de hobby, para ir lá aproveitar com ele no quarto, o Senhor terá que pagar 40 reais...”
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Esta vou ter de escrever. O Paulo acabou de mandar mentindo dizendo que foi ele quem disse pruma amiga dele. Mentira. Eu já tinha lido no site do "Tiozinho do Banheiro". Mas tá valendo:
Pergunta: "Tiozinho, situação, eu namorei por anos uma gata, só que a coisa foi se perdendo a graça, nos separamos eu entrei em outro relacinamento e ela tbm, só que voltamos a nos ver e as noites estão sendo maravilhosas o problema é que não rola mais nenhum sentimento a não ser tesão, e alem do mais gosto muito da minha nova namorada... por favortio me d uma luz!"
"Osram 127V 60W. Em promoção no Carrefour até sábado. Corra."
Pergunta: "Tiozinho, situação, eu namorei por anos uma gata, só que a coisa foi se perdendo a graça, nos separamos eu entrei em outro relacinamento e ela tbm, só que voltamos a nos ver e as noites estão sendo maravilhosas o problema é que não rola mais nenhum sentimento a não ser tesão, e alem do mais gosto muito da minha nova namorada... por favortio me d uma luz!"
"Osram 127V 60W. Em promoção no Carrefour até sábado. Corra."
O Pardal
Todos os que moram no Vale do Rio dos Sinos sabem que entre São Leopoldo e Sapucaia, na saída da famigerada “Estrada do Matão”, existe um pardal gentilmente instalado pela Prefeitura de Sapuca City para multar os motoristas mais desavisados, que claro, sempre voltam da Unisinos por ali.
Mas eu quero lhes contar uma historinha...
Alguns anos atrás, o Paulo e o Marcelo estavam voltando de uma festa em São Leopoldo. Estavam ambos no carro do Marcelo, mas quem estava dirigindo era Paulo, pois o mesmo estava sóbrio, ao contrario de Marcelo estava mais encharcado de cachaça que limão de caipirinha. Pois bem... é ai que se deu o causo.
No caminho de volta, o Marcelo estava bebendo uma Long Neck (como diz o próprio: “Long Net”), sentado no banco do carona, com o braço para fora segurando a garrafinha, quando, com a língua bastante enrolada, ele diz:
- “Paulo! Passa mais devagar que eu vou jogar esta garrafa naquele pardal FDP...!
- Tu és louco Tchê! Tu vai quebrar o bagulho! É capaz de tu acertar!
- E tu acha que vou conseguir acertar! São cinco horas da manhã e eu to mais Bêbado que o Tinto!
- Ta bom.”
Foi justamente quando o Marcelo com os olhos “jojados” quase fechados, simplesmente joga a garrafa para cima, incrédulo de que poderia acertar algo. Mas os caminhos do destino fazem com que ela suba, suba, suba... e caia justamente encima do tal pardal, quebrando-o em mil pedaços, fazendo barulho e acordando a cachorrada da vizinhança, enfim... acabou por acontecer o maior alarde possível.
Neste momento, o Marcelo, apavorado com a situação, grita:
- “Paulo! Rápido! Acelera e foge...!
- Não posso Velho, não posso!
- Porque tu não podes Tchê!? Eu acabei de quebrar o pardal! Se nos pegam a gente vai preso!
- O que tu prefere? Ser preso ou multado?
- O que tem a ver? Como assim?
- Se eu acelerar, o Pardal que tu quebrou vai me multar por excesso de velocidade...”
Mas eu quero lhes contar uma historinha...
Alguns anos atrás, o Paulo e o Marcelo estavam voltando de uma festa em São Leopoldo. Estavam ambos no carro do Marcelo, mas quem estava dirigindo era Paulo, pois o mesmo estava sóbrio, ao contrario de Marcelo estava mais encharcado de cachaça que limão de caipirinha. Pois bem... é ai que se deu o causo.
No caminho de volta, o Marcelo estava bebendo uma Long Neck (como diz o próprio: “Long Net”), sentado no banco do carona, com o braço para fora segurando a garrafinha, quando, com a língua bastante enrolada, ele diz:
- “Paulo! Passa mais devagar que eu vou jogar esta garrafa naquele pardal FDP...!
- Tu és louco Tchê! Tu vai quebrar o bagulho! É capaz de tu acertar!
- E tu acha que vou conseguir acertar! São cinco horas da manhã e eu to mais Bêbado que o Tinto!
- Ta bom.”
Foi justamente quando o Marcelo com os olhos “jojados” quase fechados, simplesmente joga a garrafa para cima, incrédulo de que poderia acertar algo. Mas os caminhos do destino fazem com que ela suba, suba, suba... e caia justamente encima do tal pardal, quebrando-o em mil pedaços, fazendo barulho e acordando a cachorrada da vizinhança, enfim... acabou por acontecer o maior alarde possível.
Neste momento, o Marcelo, apavorado com a situação, grita:
- “Paulo! Rápido! Acelera e foge...!
- Não posso Velho, não posso!
- Porque tu não podes Tchê!? Eu acabei de quebrar o pardal! Se nos pegam a gente vai preso!
- O que tu prefere? Ser preso ou multado?
- O que tem a ver? Como assim?
- Se eu acelerar, o Pardal que tu quebrou vai me multar por excesso de velocidade...”
terça-feira, 24 de abril de 2007
Será...que é uma boa idéia...?
Uma pessoa muito querida me disse:
- “Porque tu não transforma o Paulo em uma Velhinha de Taubaté...?”
- “Nunca!” – Respondi.
Primeiro porque o Paulo não é velhinha, ele é um cara de 25 anos que pode ser até meio feio, mas nem tanto a ponto de comparar com uma velhinha em traços simples. Segundo porque ele não é de Taubaté, ele é de Esteio Rock City mesmo. Terceiro porque eu sou eu, não sou nem nunca conseguirei ser o Veríssimo...
Mas pensando bem...será que o Paulo funcionaria como personagem? Será que eu conseguiria manter o interesse de suas histórias? Não sei.
Só sei que tenho um estoque gigante de situações que posso escrever.
Não sou escritor. Sou muito inexperiente. Mas consigo fazer um meche...
Agora, arcar com um personagem, suas histórias, seus pensamentos, seus anseios e desejos, problemas, duvidas, suas situações clássicas (pérolas, verdadeiras pérolas. Tanto vividas quanto faladas...), não sei se consigo.
E agora... minhas duvidas maiores: ele seria um cara feliz ou um sofredor? Que face eu mostraria mais? Será que optando por transcreve-lo de maneira fiel, eu conseguiria escrever com competência sobre alguém? Enfim... o que eu colocaria no papel?
Viu. Já mudei do “nunca!”, para um:
“Hummm... talvez...”
- “Porque tu não transforma o Paulo em uma Velhinha de Taubaté...?”
- “Nunca!” – Respondi.
Primeiro porque o Paulo não é velhinha, ele é um cara de 25 anos que pode ser até meio feio, mas nem tanto a ponto de comparar com uma velhinha em traços simples. Segundo porque ele não é de Taubaté, ele é de Esteio Rock City mesmo. Terceiro porque eu sou eu, não sou nem nunca conseguirei ser o Veríssimo...
Mas pensando bem...será que o Paulo funcionaria como personagem? Será que eu conseguiria manter o interesse de suas histórias? Não sei.
Só sei que tenho um estoque gigante de situações que posso escrever.
Não sou escritor. Sou muito inexperiente. Mas consigo fazer um meche...
Agora, arcar com um personagem, suas histórias, seus pensamentos, seus anseios e desejos, problemas, duvidas, suas situações clássicas (pérolas, verdadeiras pérolas. Tanto vividas quanto faladas...), não sei se consigo.
E agora... minhas duvidas maiores: ele seria um cara feliz ou um sofredor? Que face eu mostraria mais? Será que optando por transcreve-lo de maneira fiel, eu conseguiria escrever com competência sobre alguém? Enfim... o que eu colocaria no papel?
Viu. Já mudei do “nunca!”, para um:
“Hummm... talvez...”
quinta-feira, 19 de abril de 2007
A falta de vergonha do Paulo
Gosto de assistir TV de madrugada quando me dá insônia. É algo que faz passar o tempo, e sempre acabo assistindo algo muito interessante, que me faz chegar no serviço comentando.
Ontem por acaso, não foi diferente. Sou curioso pelo universo feminino, então quando não consigo assistir no horário, assisto as reprises na madrugada. O nome do programa é “Saia Justa”, e passa no GNT.
Um dos assuntos em voga era a vergonha. Simples assim. A vergonha. Sem nenhuma firula e rodeio. As apresentadoras disseram as suas experiências próprias e tal, mas o que me chamou atenção foi outra parte.
É claro, sempre há as reportagens de rua, onde as pessoas são questionadas sobre o assunto, e duas pessoas mereceram uma boa risada. A primeira foi de um rapaz que disse se envergonhar apenas em uma situação: quando ele é pego na sinaleira enfiando o dedo no nariz (quem nunca fez isso?). E a outra foi de uma senhora idosa, que disse que estava envergonhada com aquela câmera enfiada na “fuça” dela.
Na minha opinião, a vergonha é uma forma de controle social, e que consiste de estados emocionais e até fisiológicos (quem nunca se envergonhou quando a barriga ronca bem no meio de uma sala cheia de gente em silencio?) é um bando de comportamentos variados, induzidos por situações de desonra, desgraça e condenação. Se tu fores pensar um pouquinho mais adiante, a vergonha é justamente o nosso freio de mão, é o que segura, é o que faz a gente derrapar na curva. Conceituando melhor, a vergonha é como se fosse a emoção que mostra que temos limites, que somos finitos.
No meu caso, o que me incomoda é quando me envergonho a mim próprio. Isto é altamente conectado com a questão das crenças, pois vergonha tem a ver com autocondenação, com algum tipo de autoflagelo. Por exemplo: digamos que tu perdes algo, e esta perda te faz pensar que tu sempre perde, ou seja, que tu és um perdedor. Em um pensamento simplista, tu passas a ter vergonha, pois achas que as pessoas te julgam igualmente como perdedor. Na verdade, isto é apenas uma questão interna de avaliação. O problema é que tem gente que perde até a dignidade depois de uma situação vergonhosa, principalmente quando crianças, que são extremamente vulneráveis à formação de uma identidade de vergonha própria. É a maneira como somos criados as vezes, como somos educados.
Leiam esta definição: “Enquanto a culpa é um sentimento doloroso de remorso e responsabilidade pelas ações que foram tomadas, a vergonha é um sentimento doloroso sobre alguém enquanto pessoa”. Inclusive nós mesmos. Temos vergonha não por algo que fizemos, mas sim por algo que somos, ou demonstramos ser através de alguma atitude.
Penso também que existe vergonha social, ou comunitária. Raciocine: quem nunca teve vergonha do Brasil, por algo que aconteceu que explicitou algum grande defeito nosso? Vergonha do seu time ter perdido de maneira tão feia no final de semana? O Paulo passa por isto sempre. Ele odeia ver o Inter perder. Quando isto acontece, ele chega a esconder dos outros que é colorado. Vê se pode...
Esses dias ele passou por uma situação que quase me fez mijar de tanto rir.
Nas palavras dele:
- “Pia! Pensa em mulher gostosa. Pensa. Agora multiplica por Três! Era ela. Eu tava caminhando na rua agora, e lá vinha ela no sentido contrario... passos firmes, pernas firmes, uma bundinha que vi uma hora que ela parou e se virou... benzadeus!... nunca vi igual...
Ela vinha na minha direção, de óculos escuros, seios fartos apontando para cima, cabelo escuro, ondulado. Pensei logo comigo:
Será que esta mulher daria bola para um reles mortal como eu? Olhei para mim. Estava super mal vestido, barba por fazer, precisava até de um banho. Me senti envergonhado. Então quando ela estava quase cruzando comigo, escorregou e caiu! Plof! Foi de boca no chão”!
- “Ahahahahaha...!”
- “Olha só! Quando ela caiu, caiu de bunda pra cima...e a saia levantou...”
- “Putz”!
- “A calcinha dela era um fio dental vermelho...deu pra ver tudo...me deu até um troço na hora que vi...
O pior que nessa de olhar pra bunda dela nua virada pra cima, ela me perguntou – É bonita? – e eu fiquei sem resposta! Apenas olhando!”
- “ Tu te esqueceu de ajudar ela o animal!”
- “Justamente tchê! Olha a vergonha que passei! Fiquei olhando pra bunda dela e esqueci de ajudar a levantar! Ela se levantou sozinha e foi embora puta da cara!...AHAHAHAHAHAHA!”
Ontem por acaso, não foi diferente. Sou curioso pelo universo feminino, então quando não consigo assistir no horário, assisto as reprises na madrugada. O nome do programa é “Saia Justa”, e passa no GNT.
Um dos assuntos em voga era a vergonha. Simples assim. A vergonha. Sem nenhuma firula e rodeio. As apresentadoras disseram as suas experiências próprias e tal, mas o que me chamou atenção foi outra parte.
É claro, sempre há as reportagens de rua, onde as pessoas são questionadas sobre o assunto, e duas pessoas mereceram uma boa risada. A primeira foi de um rapaz que disse se envergonhar apenas em uma situação: quando ele é pego na sinaleira enfiando o dedo no nariz (quem nunca fez isso?). E a outra foi de uma senhora idosa, que disse que estava envergonhada com aquela câmera enfiada na “fuça” dela.
Na minha opinião, a vergonha é uma forma de controle social, e que consiste de estados emocionais e até fisiológicos (quem nunca se envergonhou quando a barriga ronca bem no meio de uma sala cheia de gente em silencio?) é um bando de comportamentos variados, induzidos por situações de desonra, desgraça e condenação. Se tu fores pensar um pouquinho mais adiante, a vergonha é justamente o nosso freio de mão, é o que segura, é o que faz a gente derrapar na curva. Conceituando melhor, a vergonha é como se fosse a emoção que mostra que temos limites, que somos finitos.
No meu caso, o que me incomoda é quando me envergonho a mim próprio. Isto é altamente conectado com a questão das crenças, pois vergonha tem a ver com autocondenação, com algum tipo de autoflagelo. Por exemplo: digamos que tu perdes algo, e esta perda te faz pensar que tu sempre perde, ou seja, que tu és um perdedor. Em um pensamento simplista, tu passas a ter vergonha, pois achas que as pessoas te julgam igualmente como perdedor. Na verdade, isto é apenas uma questão interna de avaliação. O problema é que tem gente que perde até a dignidade depois de uma situação vergonhosa, principalmente quando crianças, que são extremamente vulneráveis à formação de uma identidade de vergonha própria. É a maneira como somos criados as vezes, como somos educados.
Leiam esta definição: “Enquanto a culpa é um sentimento doloroso de remorso e responsabilidade pelas ações que foram tomadas, a vergonha é um sentimento doloroso sobre alguém enquanto pessoa”. Inclusive nós mesmos. Temos vergonha não por algo que fizemos, mas sim por algo que somos, ou demonstramos ser através de alguma atitude.
Penso também que existe vergonha social, ou comunitária. Raciocine: quem nunca teve vergonha do Brasil, por algo que aconteceu que explicitou algum grande defeito nosso? Vergonha do seu time ter perdido de maneira tão feia no final de semana? O Paulo passa por isto sempre. Ele odeia ver o Inter perder. Quando isto acontece, ele chega a esconder dos outros que é colorado. Vê se pode...
Esses dias ele passou por uma situação que quase me fez mijar de tanto rir.
Nas palavras dele:
- “Pia! Pensa em mulher gostosa. Pensa. Agora multiplica por Três! Era ela. Eu tava caminhando na rua agora, e lá vinha ela no sentido contrario... passos firmes, pernas firmes, uma bundinha que vi uma hora que ela parou e se virou... benzadeus!... nunca vi igual...
Ela vinha na minha direção, de óculos escuros, seios fartos apontando para cima, cabelo escuro, ondulado. Pensei logo comigo:
Será que esta mulher daria bola para um reles mortal como eu? Olhei para mim. Estava super mal vestido, barba por fazer, precisava até de um banho. Me senti envergonhado. Então quando ela estava quase cruzando comigo, escorregou e caiu! Plof! Foi de boca no chão”!
- “Ahahahahaha...!”
- “Olha só! Quando ela caiu, caiu de bunda pra cima...e a saia levantou...”
- “Putz”!
- “A calcinha dela era um fio dental vermelho...deu pra ver tudo...me deu até um troço na hora que vi...
O pior que nessa de olhar pra bunda dela nua virada pra cima, ela me perguntou – É bonita? – e eu fiquei sem resposta! Apenas olhando!”
- “ Tu te esqueceu de ajudar ela o animal!”
- “Justamente tchê! Olha a vergonha que passei! Fiquei olhando pra bunda dela e esqueci de ajudar a levantar! Ela se levantou sozinha e foi embora puta da cara!...AHAHAHAHAHAHA!”
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Exposição (des)necessária
A maioria das pessoas que lêem este blog comenta-me sobre o que escrevo, mas pessoalmente, cara-a-cara, face-a-face e olhando nos meus olhos. E isto sempre foi um pedido meu. Nunca comente nada por aqui. O mínimo que peço é usar e-mail ou telefone, e acredite, muita gente usa.
Ta, mas as pessoas passaram-me a perguntar também quais são as razões. O porque de tamanha descrição, seriedade e não-exposição. A resposta certa seria: “Porque não!”
Mas como “porque não” não é resposta... preferi explicar.
Antigamente eu até fazia, mas todos já devem ter notado que não escrevo mais nada sobre meu cotidiano e nem minha vida pessoal. No máximo minhas impressões e comentários sobre assuntos em geral. Se fores mais além constatará que evito escrever algo sobre os outros também (tirando o Paulo, mas o Paulo é uma história bem longa... vai até onde o limite do físico/metafísico/invenção/realidade não é lá muito definido).
A exposição não me fascina, nem muito menos me atrai. Quem me conhece sabe que nem Orkut tenho. Não gosto que as pessoas fiquem sabendo do que faço, de quais festas vou, para onde fui, com quem sai, com quem estou falando e nem muito menos me relacionando.
Se tu fores pensar, dependendo do quanto tu meches e futrica no tal, até teu estado de espírito deixas explicitado através das tuas comunidades.
Ai estes dias me disseram: “Mas tu podes criar um perfil falso. Ai tu poderás saber da vida de todos sem que ninguém perceba, ou procure saber da tua”.
Poderia ser feito... mas ai entra outra questão que envolve meus valores básicos.
No momento odeio, simplesmente odeio ficar sabendo da vida dos outros. Se na minha já é difícil entender o que acontece, imagina na dos outros então. Acredite se quiser, mas depois que cancelei meu perfil a mais de ano atrás, nunca mais nem entrei para dar uma olhada. Simplesmente esqueci que existem perfis alheios, ou melhor, que existe este site de relacionamentos.
Sim, é uma maneira de deletar lembranças ou pessoas da memória. E digo mais...funciona. Havia pessoas que hoje não existem mais. E continuarão sem existir.
Mas voltando a questão cerne.
Posso até comentar às vezes que fiz tal coisa, vi tal filme, escutei tal musica, li tal livro ou fui a tal peça de teatro. Mas isto não é compulsório, é de livre escolha minha explicitar e detalhar tais situações e impressões. E é só. Uma decisão firme e tomada com toda a seriedade (não quer dizer que eu vá respeita-la para sempre... mas enfim... para toda a regra existe exceção). E nem é porque sei que pessoas que não prestam lêem, mas é porque não gosto de me expor para ninguém desta maneira, apenas para quem eu quero, e pessoalmente. Nem muito menos para possíveis (apesar de ter certeza que não tenho nenhum) desafetos.
O problema se resolve facilmente. Quer saber detalhes meus? O que eu sou? Como estou? De quem gosto? Quer saber de mim? Matar a saudade? Ligue-me! Procure-me! Escreva-me! Enfim... pergunte-me!
Com certeza serás bem recebida(o) e bem tratada(o)...
Ta, mas as pessoas passaram-me a perguntar também quais são as razões. O porque de tamanha descrição, seriedade e não-exposição. A resposta certa seria: “Porque não!”
Mas como “porque não” não é resposta... preferi explicar.
Antigamente eu até fazia, mas todos já devem ter notado que não escrevo mais nada sobre meu cotidiano e nem minha vida pessoal. No máximo minhas impressões e comentários sobre assuntos em geral. Se fores mais além constatará que evito escrever algo sobre os outros também (tirando o Paulo, mas o Paulo é uma história bem longa... vai até onde o limite do físico/metafísico/invenção/realidade não é lá muito definido).
A exposição não me fascina, nem muito menos me atrai. Quem me conhece sabe que nem Orkut tenho. Não gosto que as pessoas fiquem sabendo do que faço, de quais festas vou, para onde fui, com quem sai, com quem estou falando e nem muito menos me relacionando.
Se tu fores pensar, dependendo do quanto tu meches e futrica no tal, até teu estado de espírito deixas explicitado através das tuas comunidades.
Ai estes dias me disseram: “Mas tu podes criar um perfil falso. Ai tu poderás saber da vida de todos sem que ninguém perceba, ou procure saber da tua”.
Poderia ser feito... mas ai entra outra questão que envolve meus valores básicos.
No momento odeio, simplesmente odeio ficar sabendo da vida dos outros. Se na minha já é difícil entender o que acontece, imagina na dos outros então. Acredite se quiser, mas depois que cancelei meu perfil a mais de ano atrás, nunca mais nem entrei para dar uma olhada. Simplesmente esqueci que existem perfis alheios, ou melhor, que existe este site de relacionamentos.
Sim, é uma maneira de deletar lembranças ou pessoas da memória. E digo mais...funciona. Havia pessoas que hoje não existem mais. E continuarão sem existir.
Mas voltando a questão cerne.
Posso até comentar às vezes que fiz tal coisa, vi tal filme, escutei tal musica, li tal livro ou fui a tal peça de teatro. Mas isto não é compulsório, é de livre escolha minha explicitar e detalhar tais situações e impressões. E é só. Uma decisão firme e tomada com toda a seriedade (não quer dizer que eu vá respeita-la para sempre... mas enfim... para toda a regra existe exceção). E nem é porque sei que pessoas que não prestam lêem, mas é porque não gosto de me expor para ninguém desta maneira, apenas para quem eu quero, e pessoalmente. Nem muito menos para possíveis (apesar de ter certeza que não tenho nenhum) desafetos.
O problema se resolve facilmente. Quer saber detalhes meus? O que eu sou? Como estou? De quem gosto? Quer saber de mim? Matar a saudade? Ligue-me! Procure-me! Escreva-me! Enfim... pergunte-me!
Com certeza serás bem recebida(o) e bem tratada(o)...
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Dopamina... e mais essa agora...
Tem muita gente que me pergunta quanto dura um namoro normal. (Derrepente tô com cara de oráculo, ou talvez de “mestre dos magos”, ninguém manda querer saber tudo e explicar tudo).
Fui me informar sobre o assunto, porque pra variar, a curiosidade bateu. E para minha surpresa, descobri que existe um fator físico que define esta questão.
O dito cujo se chama Dopamina, e é um hormônio qualquer, igual a tantos outros. Ele quem define o tempo que o namoro vai durar.
Explico: segundo o que li, é muito difícil estabelecer um limite de tempo, mas existem varias pesquisas que dizem que um namoro apaixonado permanece vivo entre 18 a 36 meses depois do inicio. A partir daí, geralmente ocorre uma bifurcação: ou há uma acomodação e o casal continua junto, ou acontece o rompimento.
Explico desde o início:
Geralmente, a primeira coisa que acontece é um contato visual (“olhar 43”), e imediatamente começa um período que pode se chamar de “garimpo”. Literalmente garimpamos informações da outra pessoa para verificar se existem afinidades.
Pois segundo profissionais da área da saúde, é neste exato momento que o cérebro começa a inundar o corpo com a tal dopamina, que é 100% natural e saudável, e é a responsável pelas sensações de prazer, alegria e satisfação.
Sendo assim, a primeira conclusão que podemos tirar é que ele é o responsável também, pela duração dos relacionamentos.
É meus queridos. Quem nunca ouviu falar na “química do amor?” Todos nós sabemos como isto funciona. Literalmente existem pessoas que nos fazem sentir uma satisfação maior estando junto, ou seja, estas pessoas fazem com que o nosso cérebro injete mais dopamina em nosso organismo. Simples assim.
Os efeitos desta “droga” vão além. Quase sempre a pessoa que esta sob seu efeito trabalhará mais, se sentirá mais motivada e concentrada, principalmente se a causadora da liberação do hormônio está presente. Se não, a dose será menor, e a ausência será sentida como se fosse um vício por qualquer outra substancia. E na verdade é!
Ainda segundo os estudos, existem prazos para que a liberação deste hormônio continue a pleno vapor e sendo saudável, que normalmente é de três anos. Após isto, a química literalmente muda, e poderão ocorrer situações de estresse por “ene” motivos.
A produção de dopamina esta diminuindo neste momento, não que o amor acabe, mas o cérebro é informado que a calma agora pode ser necessária, ele pode interpretar as tuas atitudes de duas maneiras: entender que tu estejas tranqüilo e seguro, ou que está perdendo o interesse e esta com a pessoa errada.
É nesta hora, que até por uma questão instintiva (autodefesa) a gente tem por habito ir com mais calma, e não investir tanto na relação.
Tchê. Isto para mim é meio que uma revolução. Depois que descobri, passei a entender que em muitos momentos, na verdade, quando os namorados começam a se desinteressar um pelo outro, podem estar passando por problemas físicos que alteram a chamada química corporal, reduzindo drasticamente a droga da satisfação, paixão e alegria, a dopamina.
To ficando louco! Pensem bem. Quer dizer então que o relacionamento não depende só dos sentimentos que moram no coração, mas também de outros fatores hormonais e cerebrais...?
Ahm...será que tem suprimentos da tal de dopamina pra vender na Farmácias Econômica?
Fui me informar sobre o assunto, porque pra variar, a curiosidade bateu. E para minha surpresa, descobri que existe um fator físico que define esta questão.
O dito cujo se chama Dopamina, e é um hormônio qualquer, igual a tantos outros. Ele quem define o tempo que o namoro vai durar.
Explico: segundo o que li, é muito difícil estabelecer um limite de tempo, mas existem varias pesquisas que dizem que um namoro apaixonado permanece vivo entre 18 a 36 meses depois do inicio. A partir daí, geralmente ocorre uma bifurcação: ou há uma acomodação e o casal continua junto, ou acontece o rompimento.
Explico desde o início:
Geralmente, a primeira coisa que acontece é um contato visual (“olhar 43”), e imediatamente começa um período que pode se chamar de “garimpo”. Literalmente garimpamos informações da outra pessoa para verificar se existem afinidades.
Pois segundo profissionais da área da saúde, é neste exato momento que o cérebro começa a inundar o corpo com a tal dopamina, que é 100% natural e saudável, e é a responsável pelas sensações de prazer, alegria e satisfação.
Sendo assim, a primeira conclusão que podemos tirar é que ele é o responsável também, pela duração dos relacionamentos.
É meus queridos. Quem nunca ouviu falar na “química do amor?” Todos nós sabemos como isto funciona. Literalmente existem pessoas que nos fazem sentir uma satisfação maior estando junto, ou seja, estas pessoas fazem com que o nosso cérebro injete mais dopamina em nosso organismo. Simples assim.
Os efeitos desta “droga” vão além. Quase sempre a pessoa que esta sob seu efeito trabalhará mais, se sentirá mais motivada e concentrada, principalmente se a causadora da liberação do hormônio está presente. Se não, a dose será menor, e a ausência será sentida como se fosse um vício por qualquer outra substancia. E na verdade é!
Ainda segundo os estudos, existem prazos para que a liberação deste hormônio continue a pleno vapor e sendo saudável, que normalmente é de três anos. Após isto, a química literalmente muda, e poderão ocorrer situações de estresse por “ene” motivos.
A produção de dopamina esta diminuindo neste momento, não que o amor acabe, mas o cérebro é informado que a calma agora pode ser necessária, ele pode interpretar as tuas atitudes de duas maneiras: entender que tu estejas tranqüilo e seguro, ou que está perdendo o interesse e esta com a pessoa errada.
É nesta hora, que até por uma questão instintiva (autodefesa) a gente tem por habito ir com mais calma, e não investir tanto na relação.
Tchê. Isto para mim é meio que uma revolução. Depois que descobri, passei a entender que em muitos momentos, na verdade, quando os namorados começam a se desinteressar um pelo outro, podem estar passando por problemas físicos que alteram a chamada química corporal, reduzindo drasticamente a droga da satisfação, paixão e alegria, a dopamina.
To ficando louco! Pensem bem. Quer dizer então que o relacionamento não depende só dos sentimentos que moram no coração, mas também de outros fatores hormonais e cerebrais...?
Ahm...será que tem suprimentos da tal de dopamina pra vender na Farmácias Econômica?
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Auto-Estima XXVIII - O Retorno!
- “Tu tens que levantar a tua auto-estima!”
Quem nos últimos tempos escutou esta expressão, coloque o dedo aqui!
(Clássico momento em que alguém estica o braço para frente com a palma da mão virada para baixo...).
É engraçado, nunca se falou tanto em auto-estima como nos dias atuais, inclusive segundo matérias da imprensa, programas de TV, e até em artigos de escritores de final de semana como eu, tudo é culpa da dita cuja. Mas a pergunta que não quer calar é:
- “Mas o que é mais fácil de achar, ela ou o monstro do lago Ness?”
Todo mundo fala, mas ninguém vê...
Mas nunca ninguém me responde...
Como conseguir isto gente? As pessoas vivem me perguntando, como é que faz para se gostar mais?
Cara sei lá! Como diz um professor meu, “este troço, que ta mais parecido com uma coisa, é muito bagulhoso!”
Se existiu uma receita para entrar no caminho, é aquela que venho dizendo faz algum tempo. Esquece a história de que a gente consegue resolver todos os nossos problemas sozinhos. Se preciso for, deixa de lado o preconceito e procura uma psicoterapia.
Eu diria, que para achar a tal da auto-estima, nestes últimos 12 meses aprendi a me valorizar muito mais. Claro, não cheguei nem perto de encontrar o que queria, o ideal, que para mim seria aquele “se gostar” lindo, maravilhoso e diário, como o gostar que tenho por Deus, por Madre Paulina, pelo meu cachorro, pelo meu carro, ou pelo meu Grêmio. Até pela Polar e pelo Carlton Crema também desenvolvo um amor incondicional.
Questão pertinente neste momento: é mais fácil gostar dos outros do que da gente?
A resposta para pergunta meio que é obvia para mim. Estes dias pensei em algo (é meio raro pensar, mas enfim...) que logo me deu uma compreensão. A gente só consegue amar alguém quando não julgamos de maneira ferrenha esta pessoa, animal, entidade ou objeto. Mais do que claro que esta regra serve também para nós mesmos...
Nos julgamos demais, e isto esta presente na vida de todos: “To ficando gordo chônho já”, “Esta gravata não esta na moda”, “Sou burro”, “To duro”, “Ela não gosta de mim porque não sou tão atraente”, “Apareceu um fio de cabelo na minha cabeça”, “Consegui ver meus pés novamente”, “meus colegas são mais inteligentes do que eu”, “porque que eu gosto tanto de carboidrato”, e sei lá mais o que uma mente que não se gosta pode inventar para crer... Graças a Deus abandonei estas besteiras.
Perceba como não julgamos tanto os terceiros que amamos, o nosso cachorro, a nossa namorada (se a relação for saudável claro), o nosso carro, ou o nosso time.
Pense bem, porque a gente se cobra tanto? Onde que ensinam a gente a se autoflagelar assim? Na escola pública? Acho que não.
O problema é que estes julgamentos geralmente têm por conseqüência a autocondenação. E se auto condenar é a pior coisa que podemos fazer. Principalmente se queremos nos aplicar uma pena por termos cometido o crime de termos sido bonzinhos demais (o arrependimento por ter sido bom é muito pior do que o por ter sido mal).
Talvez seja um bom exercício de final de semana, além de tomar cerveja e beijar meninas. Tente não se julgar tanto. Acredite: Funciona! A gente fica mais leve, o dia passa mais macio, a vida fica menos cinzenta.
Mas lembre-se: perfeição não existe (tirando o corpo da Ana Paula Arósio). A gente não pode melhorar se enfiarmos em nossas cabeças que o perfeccionismo é o ideal. Ninguém é perfeito. E muito menos ideal.Se for justamente ai que nos apaixonamos pelos outros, nas suas imperfeições, porque não podemos amar as nossas próprias...?
Quem nos últimos tempos escutou esta expressão, coloque o dedo aqui!
(Clássico momento em que alguém estica o braço para frente com a palma da mão virada para baixo...).
É engraçado, nunca se falou tanto em auto-estima como nos dias atuais, inclusive segundo matérias da imprensa, programas de TV, e até em artigos de escritores de final de semana como eu, tudo é culpa da dita cuja. Mas a pergunta que não quer calar é:
- “Mas o que é mais fácil de achar, ela ou o monstro do lago Ness?”
Todo mundo fala, mas ninguém vê...
Mas nunca ninguém me responde...
Como conseguir isto gente? As pessoas vivem me perguntando, como é que faz para se gostar mais?
Cara sei lá! Como diz um professor meu, “este troço, que ta mais parecido com uma coisa, é muito bagulhoso!”
Se existiu uma receita para entrar no caminho, é aquela que venho dizendo faz algum tempo. Esquece a história de que a gente consegue resolver todos os nossos problemas sozinhos. Se preciso for, deixa de lado o preconceito e procura uma psicoterapia.
Eu diria, que para achar a tal da auto-estima, nestes últimos 12 meses aprendi a me valorizar muito mais. Claro, não cheguei nem perto de encontrar o que queria, o ideal, que para mim seria aquele “se gostar” lindo, maravilhoso e diário, como o gostar que tenho por Deus, por Madre Paulina, pelo meu cachorro, pelo meu carro, ou pelo meu Grêmio. Até pela Polar e pelo Carlton Crema também desenvolvo um amor incondicional.
Questão pertinente neste momento: é mais fácil gostar dos outros do que da gente?
A resposta para pergunta meio que é obvia para mim. Estes dias pensei em algo (é meio raro pensar, mas enfim...) que logo me deu uma compreensão. A gente só consegue amar alguém quando não julgamos de maneira ferrenha esta pessoa, animal, entidade ou objeto. Mais do que claro que esta regra serve também para nós mesmos...
Nos julgamos demais, e isto esta presente na vida de todos: “To ficando gordo chônho já”, “Esta gravata não esta na moda”, “Sou burro”, “To duro”, “Ela não gosta de mim porque não sou tão atraente”, “Apareceu um fio de cabelo na minha cabeça”, “Consegui ver meus pés novamente”, “meus colegas são mais inteligentes do que eu”, “porque que eu gosto tanto de carboidrato”, e sei lá mais o que uma mente que não se gosta pode inventar para crer... Graças a Deus abandonei estas besteiras.
Perceba como não julgamos tanto os terceiros que amamos, o nosso cachorro, a nossa namorada (se a relação for saudável claro), o nosso carro, ou o nosso time.
Pense bem, porque a gente se cobra tanto? Onde que ensinam a gente a se autoflagelar assim? Na escola pública? Acho que não.
O problema é que estes julgamentos geralmente têm por conseqüência a autocondenação. E se auto condenar é a pior coisa que podemos fazer. Principalmente se queremos nos aplicar uma pena por termos cometido o crime de termos sido bonzinhos demais (o arrependimento por ter sido bom é muito pior do que o por ter sido mal).
Talvez seja um bom exercício de final de semana, além de tomar cerveja e beijar meninas. Tente não se julgar tanto. Acredite: Funciona! A gente fica mais leve, o dia passa mais macio, a vida fica menos cinzenta.
Mas lembre-se: perfeição não existe (tirando o corpo da Ana Paula Arósio). A gente não pode melhorar se enfiarmos em nossas cabeças que o perfeccionismo é o ideal. Ninguém é perfeito. E muito menos ideal.Se for justamente ai que nos apaixonamos pelos outros, nas suas imperfeições, porque não podemos amar as nossas próprias...?
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